Girl Movers partilham talentos, aprendizagens e sonhos num evento que junta empresas, mentores de carreira e parceiros, em Maputo.

Depois 8 meses de formação intensiva e profunda e de um estágio internacional de 3 meses em Portugal, as Girl Movers regressam a Moçambique com mais conhecimentos e uma experiência única de trabalho. Todos os planos de estágio são concebidos à medida de cada perfil, com a preocupação de potenciar ao máximo uma experiência inovadora na vida destas jovens mulheres.

Em Portugal, cada Girl Mover, para além do estágio, tem a oportunidade de realizar atividades em projetos sociais, acesso a formação em gestão e empreendedorismo numa das mais prestigiadas universidades do mundo e ainda participar nalgumas ações de ‘coaching’ e liderança.

Estas 34 mulheres licenciadas vem de áreas tão variadas como Agricultura e Pescas, Ambiente, Arquitectura e Engenharia Civil, Artes e Cultura, Comunicação, Desenvolvimento Humano, Educação, Engenharia e recursos Naturais, Gestão e Desenvolvimento de Mercados, Legal e Direitos Humanos ou Tecnologias de Informação. Recém-chegadas a Moçambique, reuniram-se num evento que à semelhança do que aconteceu em Portugal teve como objetivo mostrar competências, inspirar e projetar carreiras com impacto.

Histórias que se unem numa só foi o mote para um encontro que juntou as 34 Girl Movers da turma 4, parceiros, mentores de carreira, empresas e outros players importantes na sociedade moçambicana para com eles partilharem a sua experiência daquilo que foi um ano de aprendizagem, transformação e elevação das suas competências e talentos. Diferentes histórias, visões e perspectivas que atravessam e cruzam várias áreas de desenvolvimento estratégico para Moçambique unidas pela mesma vontade de questionar, inovar e transformar. As intervenções das Girl Movers foram alimentadas e moderadas pelas intervenções de outras figuras de renome como é o caso da ativista ambiental Alda Salomão, do reitor Jorge Ferrão ou da fundadora do conservatório de música Stella Mendonça, da jornalista Cristiana Pereira, de alguns elementos da equipa da própria Girl Move, entre outros.

À parte da partilha e inspiração que esta multiplicidade de experiências e aprendizagens permite, o evento reservou obviamente algum espaço para networking e esclarecimento.

No final de cada edição do Programa Change, as Girl Movers apresentam-se ao mercado moçambicano para partilharem os seus projetos e ambições e o balanço é francamente positivo. Olhar para trás e para as turmas anteriores, obriga-nos inevitavelmente a falar de carreiras e empregabilidade com impacto e por isso a ver este documentário.

Falar de carreiras e empregabilidade com impacto, implica também falar das mulheres que, ao longo do programa Change, perceberam como exponenciar ao máximo as suas maiores capacidades e talentos e que por estarem altamente alinhadas e confiantes do seu potencial sabem como produzir maior impacto no trabalho que fazem e desta forma contribuir para o desenvolvimento do seu país.

Neste momento, a Girl Move conta com mais de 300 parcerias, desde empresas, associações e impact builders que fazem parte deste enorme ‘movimento de vida’ espalhado entre Moçambique e Portugal. Um movimento que todos os anos cresce e que faz questão de apoiar a nova geração de líderes que já está a transformar a realidade no seu país, em áreas estratégicas e prioritárias para o desenvolvimento de Moçambique e do Mundo.

Saiba Mais…

Believe, Lead, Change mais juntos do que nunca

Ensinamos a dança do afastamento das multidões às nossas Mwarusis e juntas dançamos num espaço tão seguro em que o único ruído que se ouve é a conexão das nossas vozes. Ensinamos-lhes a fazer máscaras caseiras e a doá-las às suas famílias, caso seja necessário sair de casa para ir buscar mantimento.

Adaptação em Situações de Crise

A GIRL MOVE ACADEMY participou num Webinar organizado pela Population Council sobre o tema “Adaptations in Crisis: Stress Testing our Intentional Design Model for Girls” ao lado de organizações do mundo inteiro.

Changemaker Lab

O programa CHANGE voltou a INOVAR e desta vez a inovação chama-se CHANGEMAKER LAB. Um ‘LAB’ para criar e testar soluções para responder aos desafios globais que Moçambique enfrenta.